quarta-feira, 24 de outubro de 2007

RSE em debate: a experiência do Globo e da Souza Cruz



Continuando o Ciclo de Palestras sobre Responsabilidade Social na Escola de Comunicação da UFRJ, na próxima semana, teremos mais duas palestras. Na quarta, quem falará será a editora do suplemento Razão Social do jornal O Globo, a jornalista Amélia Gonzalez. Na quinta, será a vez de Glauco Humai, gerente de Responsabilidade Social da Souza Cruz.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Iboc pode reduzir 30% das rádios

A afirmação é de um artigo publicado nesta segunda, 8/10, no Observatório do Direito à Comunicação. Para ler a íntegra do texto e entender o que pode contecer com a adoção do padrão Iboc para o rádio digital, clique aqui.

Tropa de Elite na UFRJ

O Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ promove a projeção do filme "Tropa de Elite", seguida de debate com os autores do livro Elite da Tropa (Rio de Janeiro: Objetiva, 2006)– Luiz Eduardo Soares, Rodrigo Pimentel e André Batista e com o diretor do filme José Padilha.
Entrada franca.
Dia 16 de outubro, às 18,30 hs no Salão Pedro Calmon
Av. Pasteur, 250/2º. Andar
Campus da Praia Vermelha – Urca
José Padilha – Além do recente "Tropa de Elite", foi diretor do premiado "Ônibus 174" (2002), entre outros.
Luiz Eduardo Soares é Secretário de Valorização da Vida e Prevenção da Violência de Nova Iguaçu/RJ e foi Secretário Nacional de Segurança Pública de janeiro a outubro de 2003. Antropólogo e cientista político, com pós-doutorado em Filosofia Política, foi coordenador de Segurança, Justiça e Cidadania no Governo do Estado do Rio de Janeiro, de janeiro de 1999 a março de 2000, além de ser professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro e da Escola Superior de Propaganda e Marketing (Rio de Janeiro). Tem 11 livros publicados, entre eles "Cabeça de Porco", com MV Bill e Celso Athayde (Objetiva).
André Batista é capitão da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Foi membro do BOPE entre 1996 e 2001. Fez o curso de aperfeiçoamento da PMERJ e se pós-graduou em Políticas Públicas e Segurança na UFF. Formou-se em Direito na PUC-RJ.
Rodrigo Pimentel foi membro da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, de 1990 a 2001. Como capitão, atuou no BOPE de 1995 a 2000. É pós-graduado em Sociologia Urbana pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Foi articulista do Jornal do Brasil e co-produtor do documentário "Ônibus 174". É consultor de Segurança.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Jornalistas já têm novo Código de Ética

Após dois anos de debates, discussões e consultas públicas, o novo Código de Ética dos Jornalistas brasileiros foi aprovado e já está disponível no sítio da Federação Nacional dos Jornalista (Fenaj).
O avanço das tecnologias e as modificações no contexto social do país exigiam algumas alterações na prática da atividade jornalística, que foram possíveis através da participação de sindicatos e da sociedade. O texto anterior estava em vigor havia 20 anos.
Segundo a Fenaj, o novo Código já está em vigor, e tem como principal função garantir o direito fundamental do cidadão à informação e de ser um instrumento de defesa da prática jornalística. Para acessá-lo, clique aqui.
As modificações do novo Código de Ética prevêem regras para novos métodos investigativos como o uso de câmeras escondidas, manipulação digital de fotos e captação de som ou imagem; maiores garantias quanto à prática de denúncias, recusa na realização de atividades contrárias aos valores do profissional e proteção das fontes, além de estabelecer limites entre texto jornalístico e publicitário.

Jornalismo ambiental em pauta

"Uma cobertura ampla não significa cobertura qualificada". Esta é a tônica do artigo do professor Wilson Bueno publicado no site da Revista Imprensa desta semana. Vale a pena conferir. Jornalismo, "marketing verde" e transparência

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Senado vai investigar ONGS

O Senado instalou nesta quarta-feira, 3, com quase um ano de atraso, a CPI que irá investigar a atuação das Organizações Não-Governamentais (ONGs). Em reunião no início da tarde, o senador Raimundo Colombo (DEM-SC) foi escolhido presidente da comissão. Uma reviravolta na base do governo, no entanto, impediu a confirmação do senador Valter Pereira (PMDB-MS) para a relatoria. A disputa entre partidos da base aliada, no entanto, adiou para a próxima terça-feira a escolha do relator da comissão. O PMDB havia indicado o senador Valter Pereira (PMDB-MS) para o cargo, mas o PT briga para emplacar o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE) como relator.

Novo grupo de estudos em terceiro setor

O Diretório Central dos Estudantes da PUC-Rio (DCE) inicia as atividades do Centro de Estudos para o Terceiro Setor (CETS). Através da iniciativa de alunos e ex-alunos da Universidade, o CETS tem como objetivo desenvolver atividades de pesquisa, capacitação, análise e apoio às iniciativas sociais que promovam a melhoria da qualidade de vida dos diversos públicos. Suas atividades principais devem ser associadas à discussão, balanço, monitoramento e formulação de estratégias que possibilitem aos diversos projetos sociais se fortalecerem, garantindo assim, a realização efetiva dos direitos cidadãos.
Neste sentido, o CETS desenvolverá programas de pesquisas multidisciplinares, bem como seminários e cursos de formação na gestão e avaliação de projetos sociais. Como primeira atividade do CETS, terá início, no dia 05 de outubro, o Grupo de Estudos em Captação de Recursos visando se aprofundar na temática aplicada a projetos sociais, trabalhando fatores chaves que devem fazer parte de um programa de captação e que contribuem para o bom desempenho organizacional.
O grupo se reunirá semanalmente para discutir e trabalhar a partir do material previamente distribuído, enfatizando a importância de se elaborar o programa de captação de recursos a partir do plano estratégico da organização.
Poderão participar pessoas de quaisquer áreas, que já tenham alguma experiência com projetos sociais, e que tenham disponibilidade de comparecer às reuniões nas datas e horário estipulados; a saber: Data: Sextas feiras, das 11h às 13h / Local: DCE da PUC-Rio, casa II da Vila dos Diretórios AS VAGAS SÃO LIMITADAS. Maiores informações pelo e-mail: mailto:rp_kag%40yahoo.com.br ou pelo 3527-3616.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Como o jovem lê jornal?

Descobrir isto é o objetivo de um concurso no You Tube, que o portal Imprensa noticiou hoje:

Concurso realizado através do YouTube quer saber como jovem lê jornal
Redação Portal IMPRENSA
Mais do que uma exposição de vídeos, o YouTube vem sendo usado como ferramenta de marketing, pesquisa e publicidade. A última novidade neste sentido é a ação da Newspaper Association of America (NAA), entidade de representação de empresas jornalísticas norte-americanas, que lançou no YouTube um concurso que visa descobrir de maneira os adolescentes lêem jornal.
A idéia é de que os jovens postem um clipe no site, que mostre para qual finalidade eles lêem jornais, sejam impressos ou online. Pode ser para leitura de notícias, consulta da lista de filmes em cartaz no cinema, entre outros. Segundo a Diretoria do NAA, a intenção do concurso é saber como os leitores do futuro interagem com os jornais. "Nosso trabalho tem mostrado que muitos adolescentes acompanham o noticiário e estão a par do que acontece em suas comunidades e no mundo em que vivem", disse através de comunicado a diretora entidade, Sandy Woodcock. Para participar, basta enviar o vídeo para o YouTube e redirecionar o link ao e-mail needtoknow@naa.org até o dia 17/12. O vencedor ganhará um iPhone e uma viagem com direito a acompanhante para Washington, nos EUA, para ir ao congresso anual da NAA.

Discutindo mídia para crianças e adolescentes

*- 3º Encontro Internacional RIO MÍDIA
De 16 a 19 de outubro. Inscrições abertas
*MidíaAmérica: indicada para crianças e adolescentes? é o tema do 3º Encontro Internacional RIO MÍDIA. Promovido pela Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio das ações da MULTIRIO e do RIO MÍDIA, o evento será realizado em parceria com a Andi, que promoverá, na mesma ocasião, o I Colóquio mídia e agenda social: desafios para a formação de estudantes e profissionais de comunicação.
Veja mais no site do Rio Mídia.

sábado, 22 de setembro de 2007

CARTA DOS PESQUISADORES DE RÁDIO E MÍDIA SONORA DO BRASIL

Nós, os 72 abaixo-assinados, pesquisadores e professores universitários de Comunicação Social e áreas afins - pesquisa.radio@yahoo.com.br -, todos tendo por objeto de estudo a radiodifusão sonora, tornamos pública nossa preocupação a respeito do processo de implantação do rádio digital em nosso país.
Não nos movem para tanto interesses de ordem partidária. Apenas queremos que a oportunidade tecnológica posta à frente de todos sirva ao bem comum e ao desenvolvimento do Brasil. Temos clara a importância do veículo para a população do país, do empresário que acompanha a evolução dos índices da economia ao trabalhador a quem o rádio oferece certo grau de solidariedade. Temos, também, consciência dos problemas deste meio em suas vertentes comercial, educativa e comunitária, que se deparam com a encruzilhada da convergência multimídia.
Realizando estudos a respeito há vários anos, acompanhamos tanto as políticas e as estratégias públicas para a introdução da tecnologia digital como os movimentos da classe empresarial e das organizações da sociedade civil a respeito. Alertamos, portanto, para o que foi constatado até agora:
1. Preocupa-nos que os testes com o padrão digital IBOC (in-band on-channel) estejam sendo realizados pelas emissoras autorizadas sem a utilização de uma metodologia ou padronização de critérios e procedimentos compatíveis com as condições brasileiras. A ausência de uma padronização impede a obtenção de resultados consistentes dos experimentos que permitam saber com segurança se, por exemplo, o padrão em teste provoca ou não interferência mútua entre os sinais digital e analógico.
2. Entendemos que o padrão de rádio digital a ser adotado deve ser capaz de garantir eficiência de transmissão em qualquer situação de recepção. Embora os testes realizados não tenham padronização, é possível identificar alguns problemas de adequação do padrão IBOC às características de cada localidade, como edificações e topografia e problemas de poluição radioelétrica. Pesquisadores que acompanharam testes em emissoras observaram problemas de interrupções abruptas do sinal digital em locais onde havia fios de alta tensão (rede elétrica), prédios e túneis, forçando o aparelho receptor a transmitir em analógico, com um delay que pode chegar a oito segundos.
3. Preocupa-nos o fato de que processo de digitalização poderá trazer dificuldades de adaptação para a maior parte das emissoras, sobretudo as pequenas e médias instaladas no interior, as educativas e as comunitárias, por falta de recursos para investimento. É provável que 50% das estações em funcionamento precisem trocar transmissores a válvulas por modulares para se adaptarem à tecnologia digital. Investimento igualmente significativo será necessário para digitalizar o processo de produção radiofônica, com a troca de equipamentos de estúdio, especialmente se for considerado o baixo nível de informatização interna das rádios no interior do país. É desejável que o padrão a ser adotado permita maior grau possível de aproveitamento de infra-estrutura existente e que apresente custos compatíveis com os diversos tipos de emissoras. A adoção de uma tecnologia não pode ser um fator de aprofundamento de diferenças de padrões técnicos e de produção já existente entre as estações de grande porte e as demais - pequenas e médias - que integram o sistema de radiodifusão brasileiro.
4. Inquieta-nos saber que o padrão em teste é uma tecnologia proprietária, cujos custos de royalties poderão inviabilizar a sua adoção por parte de emissoras comunitárias e educativas. Além disso, essa condição coloca os radiodifusores sujeitos aos ditames da empresa, a iBiquity Digital Corporation, que administra os direitos de uso da tecnologia. Podem, assim, perder o controle sob o gerenciamento do processo de instalação e definição de equipamentos.
5. Entendemos que a tecnologia de transmissão a ser escolhida terá de ser flexível, a ponto de favorecer a integração do rádio com as demais mídias e com sistemas de redes informatizadas. É importante que o sistema de transmissão tenha ferramentas multimídia que possibilitem a oferta de conteúdo na tela de cristal líquido do receptor digital ou em outras plataformas de mídia convergente. No entanto, essa vantagem tecnológica, que poderá representar receita adicional, não foi testada pelas emissoras autorizadas pela Agência Nacional de Telecomunicações.
6. Consideramos que a adoção de qualquer padrão digital deve ser precedida por uma ampla análise técnica sobre as condições de funcionamento da tecnologia em outros países. Chama atenção o pedido de ampliação do uso de espectro de 200 kHz para 250 kHz apresentado em julho de 2007 pela iBiquity, proprietária norte-americana do padrão IBOC, junto à Federal Communications Commission (FCC). Esta alteração é uma demanda técnica, sem a qual o padrão não apresentará um desempenho satisfatório. Se for concedida pela FCC, a ampliação de freqüência poderá significar a redução de cerca de 30% no total de canais em freqüência modulada hoje disponíveis naquele país. Partilhamos da opinião da Benton Foundation, organização internacional dedicada à articulação de políticas para o uso da comunicação na solução de problemas sociais e em prol do desenvolvimento, que vê no aumento da largura do canal ocupado por uma estação uma possibilidade de redução de disponibilidade de espectro para eventuais novos atores.
7. Causa-nos estranheza a inexistência de canais de retorno no sistema digital em teste. Sem esse recurso, perde-se a interatividade, justamente um dos aspectos destacados como positivos no processo de introdução da televisão digital no país. Isto, portanto, pode significar ampliação das disparidades existentes entre os dois veículos e perda, no caso específico do rádio, da possibilidade de intensificar a participação dos ouvintes nas estratégias de programação das emissoras. De modo geral, alertamos para a perda de uma oportunidade, se embasada em estudos mais acurados, de transformação positiva do rádio, ampliando não só suas possibilidades comerciais, educativas e comunitárias, mas também produzindo condições para um efetivo exercício da cidadania e contribuindo para o desenvolvimento do Brasil, de forma democrática, ampla e solidária. Lembramos, ainda, que a oportunidade atual deve servir ao crescimento do setor como um todo, crescimento este que vai além do mero faturamento comercial, mas significa novos postos de trabalho e maior interação social. Ficamos à disposição para esclarecimentos através do e-mail pesquisa.radio@yahoo.com.br.

segunda-feira, 10 de setembro de 2007

Pauta: ponto de partida

Essa é pra quem não foi na aula do dia 5 de setembro:
Há cinco tipos básicos de pauta:



1) o que cobre um fato: um avião que acaba de cair, a renúncia de um ministro, uma bala perdida que atinge uma criança.

2) a que desdobra um fato: por exemplo, o governo anuncia um projeto de TV estatal, e o repórter propõe como pauta mostrar quanto já se gasta com as TVs estatais que já existem
3) a que usa um fato como gancho: motivado pelos projetos que propõe aumentar penas de prisão ou impedir que presos sejam beneficiados por redução de pena, um repórter propõe mostrar o que acontecerá com os sistema prenitenciário se mais gente ficar mais tempo presa (o sistema "explode", já que não haverá vagas para todos)
4) a que parte de investigação independente: o repórter vai às principais ruas comerciais da cidade e verifica que metade delas não têm lixeiras, ou percorre as principais avenidas e constata que 90% das bocas de lobo estão entupidas
5) a que surge do contato próximo com uma fonte: estudos exclusivos, planos de governo que são passados só a um repórter porque a fonte confia nele.


Seja qual for o tipo de pauta, tenha em mente que ela é apenas o primeiro passo para a sua reportagem. Entre o fato e a notícia, tem um processo ultra importatne (e muitas vezes negligenciado): a apuração.

A imprensa no cinema

Começou hoje a 6ª edição do RECINE - FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE ARQUIVO, que vai até sexta, dia 14, no Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro.


Em sua sexta edição, o tema do festival é A IMPRENSA NO CINEMA. Serão exibidos filmes que tratam da realidade nas redações de jornais, revistas, estúdios de televisão e rádio; além dos noticiários da tela grande, uma vez que o cinema também foi imprensa por intermédio dos cinejornais. Haverá, como todos os anos, convidados para mesas de debates, palestras, homenagens e a IV Mostra Competitiva de filmes e vídeos a partir de imagens de arquivo. Uma exposição fotográfica irá resgatar a memória do Jornal Correio da Manhã, periódico brasileiro de resistência democrática que foi criado em 1901 e permaneceu até 1974. O recine é organizado pelo Arquivo Nacional e patrocinado pela Petrobras, pelo BNDES e pelos Correios.








Para conferir a programação, que inclui inédito de Pasolini e diversos filmes que narram a proximidade de jornalismo e cinema, visite o site do Recine.








A festa de encerramento contará com apresentação do show Plantão de Notícias.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Empresas mostram o que fazem em responsabilidade social


O ciclo é uma promoção da disciplina Comunicação e Responsabilidade Social Empresarial, e está aberto a todos os interessados.


A primeira palestra será sobre o Programa de Responsabilidade Social do Banco do Brasil, já na próxima semana.Participe! Venha discutir o assunto com empresas socialmente responsáveis.

História do Jornalismo no Brasil



Para conhecer um pouco do percurso do jornalismo no Brasil, um bom caminho é o site que o professor Richard Romancini produziu, que é um resumo do livro que ele publicou com a também jornalista Claudia Lago, História do Jornalismo no Brasil.


terça-feira, 28 de agosto de 2007

A Rádio Digital está chegando. O que muda para o ouvinte?

Para ficar por dentro das principais mudanças, sugiro um artigo publicado no site Caros Ouvintes (que aliás vale a visita), escrito por Chico Socorro, profissional de publicidade e marketing.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra.

A invasão do jornalismo

Quem está acompanhando (e quem até o momento nem sabe do que se trata) a repercussão da conversa dos dois juízes do STF pela intranet não pode deixar de ler o artigo que Janio de Freitas publicou domingo na Folha de São Paulo, reproduzido abaixo:

Não há dúvida de que os diálogos seriam atos privados. Mas não significa que ocorressem em privacidade

A RELAÇÃO entre jornalismo e invasão de privacidade é muito mais complexa do que aparenta na intensa discussão, desde quinta-feira, a partir do diálogo de e-mails publicado pelo "Globo", que os captou fotografando os computadores de dois ministros em sessão do Supremo Tribunal Federal.

Onde haja liberdade de imprensa, não consta que jamais se tenha ao menos esboçado solução satisfatória, em teoria ou na prática, para o conflito entre jornalismo/interesse público, de uma parte, e sigilo/interesse estrito, de outra. A dubiedade domina essa fronteira. Os casos de nitidez indiscutível de invasão, antes escassos, com a permissividade da internet às inserções mais levianas, ou criminosas mesmo, na "rede" tornaram-se tão vulgares quanto impunes.

As reações condenatórias referem-se, portanto, ao jornalismo impresso. E, no caso, nem elas guardam nitidez conceitual, jurídica ou intelectual. As fotografias dos computadores, feitas à distância dos dois ministros, e a publicação dos diálogos foram definidas por Nelson Jobim como "interceptação de comunicação" e "intromissão anticonstitucional a um Poder da República". Interceptação não foi. Como a todo ministro da Defesa conviria saber, interceptar é interferir em um percurso pretendido, seja de um avião, de uma tropa, de uma mensagem, de carga, entre inúmeros possíveis. Houve constatação e documentação do constatado. Sem intervenção alguma na livre troca de mensagens entre os dois ministros.

Já a eloqüente "intromissão anticonstitucional a um Poder da República", lembra logo alguma coisa, antes de sujeitar-se ao reparo de que as fotos e a publicação, tanto não se "intrometeram" de forma alguma em Poder nenhum, que o próprio Supremo Tribunal Federal as considerou referentes a mensagens apenas pessoais, desprovidas de conotação oficial, e por isso dispensou-se de toda manifestação a respeito. A "intromissão anticonstitucional" de Nelson Jobim lembra logo que se trata do autor, valendo-se da tarefa de revisor gráfico, da intromissão no texto da atual Constituição de artigos não aprovados, e nem ao menos conhecidos, pela Constituinte de 1988. O que não impediu o autor da autêntica "intromissão anticonstitucional" de chegar a presidente o STF -fato que, se não o define, porque já se definira, pode definir o país.

Em nota, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (nome historicamente tomado como sinônimo de defesa da liberdade de informação) pôs o assunto sob uma comparação que não sei se mais surpreendente ou mais insultuosa para o jornalismo: "O Brasil não pode virar um "Big Brother'". Seja o daqui ou a matriz plagiada, o "Big Brother" faz parte do processo de imbecilização imposto pelo método de nivelamento por baixo, muito adotado em meios de comunicação, para mais faturar em publicidade com o maior número de telespectadores/ouvintes/leitores. É impossível que Cezar Britto não se tenha inquietado com a evidência, proporcionada pelas fotos e publicação dos diálogos, de que a aposentadoria precipitada do hoje ex-ministro Sepúlveda Pertence e a escolha de seu substituto têm, até agora, injunções políticas e partidárias que se sobrepõem aos critérios apropriados para o Supremo. Estar próximo de quem fala ao telefone e, notado o interesse público do que é dito, noticiá-lo; ou ouvir, de fora de um gabinete, um diálogo de interesse público e noticiá-lo -são atos de invasão de privacidade ou de função do jornalismo? Essas e situações semelhantes ocorrem todos os dias, aqui e pelo mundo afora, desde que o jornalismo é jornalismo. E haverá diferença essencial, para a função do jornalismo e para o interesse público, entre o que é ouvido sem uso de interferência física e o que é lido em computadores de tela voltada para o público?

Em certa medida, não há dúvida de que os diálogos de tais situações seriam atos privados. Mas, embora a contribuição de uma palavra para a outra, por serem privados não significa que ocorressem em privacidade. Foram deixados por seus autores ao alcance de terceiros. E não importa quantos terceiros.Os ministros Cármen Lúcia Rocha e Ricardo Lewandowski nada escreveram, nos diálogos fotografados e publicados, que os comprometesse, moralmente, como pessoas ou como magistrados. Se foram desavisados, o foram por conta própria. O que torna injusto atribuir ao repórter-fotográfico Roberto Stuckert e ao seu jornal menos do que a alta qualidade do jornalismo que praticaram. Ou seja, da função pública que têm e exerceram.

quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Radiobrás coordenará Jornalismo da TV Brasil

O ministro-chefe da Secom (Secretaria de Comunicação Social), Franklin Martins, confirmou ao presidente da Radiobrás, José Roberto Garcez, que Brasília terá a chefia de Jornalismo da nova TV pública do governo federal. “Assim como faz sentido que a sede administrativa e de programação seja no Rio, para manter uma distância do poder e pela tradição cultural da TVE, o Jornalismo será aqui em Brasília, com a expertise do serviço da Radiobrás. Essa decisão só confirma a linha que a nova TV seguirá”, comemorou Garcez.
Segundo o site Comunique-se, a fusão da futura TV Brasil com a TVE carioca ainda não mudou a rotina da empresa, mas em setembro a programação das duas emissoras deverá estar unificada. Um grupo de conteúdo, com representantes das duas TVs, discute a união das programações já há alguns meses. Outros três grupos debatem questões técnicas, jurídicas e de gestão. O governo deve escolher em breve onde ficarão as instalações da emissora em São Paulo. “Precisamos que isso esteja definido até o fim deste mês”, frisou Garcez.
Para que novas contratações sejam feitas, deve-se definir também o formato jurídico na rede, que englobará o escritório da Radiobrás. “Por enquanto, a nossa responsabilidade é manter a qualidade dos nossos serviços enquanto a Radiobrás existir. Mas achamos que, com Radiobrás e TVE Brasil juntas, podemos fazer algo ainda melhor”, disse o gaúcho Garcez.

Verbos que usamos em notícias

Os verbos que usamos em notícias pertencem a três campos semânticos:



verbos de deslocamento: IR

  • partir, embarcar, levar, correr, andar, contornar, navegar, voar, pousar, aproximar-se, chegar, dar, receber

verbos de transformação: FAZER

  • erguer, demolir, moldas, forjar, matar/morrer, refrigerar, nascer, centrifugar, compactar

verbos de enunciação: DIZER

  • dizer, transmitir, declarar, comentar, afirmar, negar, ressaltar, mandar, acrescentar, conclamar, telefonar, escrever, emitir.



Definição do sistema de rádio digital deve estar próximo

A definição do sistema de rádio digital que deverá ser adotado no Brasil está próxima, assegurou hoje, 22 de agosto, Hélio Costa, ministro das Comunicações. Ele afirmou que “nossa rádio digital está na reta final. Até o mês que vem devemos levar à Casa Civil e ao Presidente nossa proposta, elaborada em conjunto com os radiodifusores”. Costa destacou que o Ministério das Comunicações discute com os comitês de tecnologia da Câmara e do Senado, para a elaboração de documento, que deverá ser enviado à Presidência da República, dando subsídios ao presidente para definição do sistema de rádio digital no país. O Minicom também está realizando reuniões, com entidades interessadas na rádio digital a cada 30 dias, para ouvir sugestões. “Na última reunião geral, há três semanas, pedi às entidades que apresentassem um relatório final”, disse Costa. O sistema escolhido “deverá abrir caminho para que possamos resgatar as transmissões de ondas curtas, de maneira digital”, assegurou o ministro. “Temos informações de que um transmissor de 50 MHz de Brasília seria suficiente para cobrir toda a América Latina”

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Olhar crítico sobre o jornalismo

Quem estuda ou pratica jornalismo não pode deixar de conferir o Observatório da Imprensa. O site - e os programas na televisão e no rádio - são imperdíveis para analisar o que a mídia informativa tem feito por aí.

Confira o site, que é atualizado diariamente.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Jornalista precisa entender de rádio

Pra quem ainda acha que rádiojornalismo é uma área menor do jornalismo, é bom ficar de olho na famosa convergência digital. A reforma da Folha Online está implantando uma tendência que pelo visto veio pra se estabelecer: as reportagens em áudio, publicadas sob a forma de podcasts.

Vejam o que diz o site do Comunique-se hoje, terça, 21:


Seis comentaristas participam da Folha Online no formato podcastDa Redação
Alguns dos colunistas da Folha de S. Paulo e da Folha Online passam a participar da nova versão online em formato podcast. Monica Bergamo e Guilherme Barros estrearam já nesta terça-feira. Marcelo katsuki, colunista de gastronomia e editor de Arte da Folha Online, foi o primeiro a estrear.
Está prevista para quarta-feira (22/08) a publicação do Podcast de Eliane Cantanhêde, que já escreve para Folha Online às quartas. Embora ainda não confirmado, Daniel Castro, titular da "Outro Canal", deve estrear no domingo (26/08).
O editor-chefe Ricardo Feltrin afirma que “ainda estão sendo procurados outros colunistas para também produzirem seus conteúdos no novo formato”. Segundo Feltrin, o editor da Ilustrada, Sérgio Ripardo, deverá participar com informações sobre o mundo GLS, assim como sua atual coluna no impresso.
Os podcasts são gravados no estúdio da Folha Informações, onde também funciona a redação da Folha Online.

Então, galera, nunca é demais puxar a brasa para Redação Jornalística II, né?

Pra ficar por dentro do mundo do rádio

Vale a pena conferir o site do jornalista Celio Romais. Ele posta as informações mais atuais sobre rádiojornalismo.

http://www.romais.jor.br/

Jornalismo da TV Brasil ficará em Brasília

Conforme noticiou o site Comunique-se, nesta terça, 21, o Rio de Janeiro ficará apenas com a parte administrativa da TV Brasil, rede que surgirá da fusão da Radiobras com a TVE.

Confira na reportagem de Marcelo Tavela:

Jornalismo da TV Brasil ficará em Brasília

Se o Rio de Janeiro ficará com a sede administrativa, Brasília terá a chefia de jornalismo da TV Brasil. A informação, que já circulava informalmente, foi confirmada pelo ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins, ao presidente da Radiobrás, José Roberto Garcez.
“Assim como faz sentido que a sede administrativa e de programação seja no Rio, para manter uma distância do poder e pela tradição cultural da TVE, o jornalismo será aqui em Brasília, com a expertise do serviço da Radiobrás. Essa decisão só confirma a linha que a nova TV seguirá”, diz Garcez.
A fusão com a TVE ainda não mudou a rotina da empresa, mas em setembro a programação das duas emissoras deverá estar unificada. Um grupo de conteúdo, com representantes das duas TVs, discute a união das programações já há alguns meses. Outros três grupos debatem questões técnicas, jurídicas e de gestão.
Até o fim do mês, o governo terá escolhido onde ficarão as instalações da TV Brasil em São Paulo. “Precisamos que isso esteja definido até lá”, frisa Garcez. Contratações serão feitas - o fato do formato jurídico na TV não estar definido está atrapalhando neste ponto - e o escritório da Radiobrás será englobado pela nova rede.
“Por enquanto, a nossa responsabilidade é manter a qualidade dos nossos serviços enquanto a Radiobrás existir. Mas achamos que, com Radiobrás e TVE juntas, podemos fazer algo ainda melhor”, aposta o presidente da emissora estatal.
21/8/2007

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

O que vamos fazer na CBN?

Vamos conhecer o dia-a-dia de uma rádio, desde a pauta até o momento em que a reportagem vai ao ar. Iremos acompanhar a apuração, a rádio-escuta, conversaremos com a chefia de reportagem, entre outras tarefas que compõem o cotidiano de jornalistas de rádio.

Visita à CBN já está marcada

A visita à CBN já está marcada. Por questões internas da rádio, tivemos que antecipar a ida dos alunos da ECO, que estava prevista apenas para a última semana de agosto e a primeira de setembro.
Há possibilidade de escolher entre dois dias - dia 22/8 às 9h30min ou no dia 30/8 às 9h30min.
Eu irei acompanhar a turma que for no dia 30/8, por isso sugiro que os alunos inscritos em ECF dêem preferência para esta data.
Nosso ponto de encontro será na portaria da CBN - rua do Russel, 434 - Glória - Rio de Janeiro.

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Le Monde Diplomatique em Português

Já está nas bancas de todo o país a edição brasileira do jornal francês LeMonde Diplomatique. Com periodicidade mensal, o jornal tem como objetivo seruma publicação reflexiva, que vá além dos fatos. Debates sobre economia, sociedade, meio ambiente, política, cultura e filosofia irão ocupar suas páginas."
Um novo olhar sobre o mundo. Um novo olhar sobre o Brasil". Isso é o que propõe a versão nacional do Le Monde Diplomatique. A edição brasileira irá contar com o conteúdo editorial do orginal francês e também com análises e debates produzidos no Brasil.
Entre outros assuntos, a edição número 1 do Le Monde Diplomatique Brasil traz uma entrevista exclusiva com o linguísta Noam Chomski; um importante debate sobre a produção de etanol, por Roberto Kishinami; e a (re) descoberta da literatura indiana.

Só para relembrar...

Gente, nossos horários de aula são:

Quarta: 9h20min às 11h
Quinta: 7h30min às 9h10min

Vamos fazer aquele esforço de produção pra chegar na hora, antes da chamada...

Ler para próxima aula

Para quarta que vem, dia 22 de agosto, leiam o primeiro capítulo do livro A APURAÇÃO DA NOTÍCIA - Métodos de investigação na imprensa, de Luiz Costa Pereira Junior, da Editora Vozes.

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Outro exemplo sem verbo

Este escorrega de vez em quando no adjetivo, mas é muito bom:


Quinhentos anos sem respirar

Fábio Canatta

Oca, pajé, tribo, mata, virgem, caça, pesca, coleta, pureza, perfeição. Santa Maria, Pinta e Nina. Descoberta. Portugueses, povoamento, contato, colonização, dominação. Pau-brasil, devastação, comércio. África, negro, banzo, trabalho, humilhação, escravidão. Engenho, moenda, caldeira, senzala, sofrimento, agressão. Senhores, quilombo, Palmares, luta, liberdade, prisão. Entradas, bandeiras, violência, domesticação. Ouro, extração, arrobas, derrama, inconfidentes, esgotamento, rebelião. Brasil, império, D. Pedro, proclamação. Primeiro, segundo reinado, constituição, regência, continuação. Conturbação, agitação, guerras: Balaiada, Sabinada, Farrapos (separação). Chimangos, maragatos, República Rio-Grandense do Prata, sonho, revolução. Café, crise, comércio, importação, abolição, imigração. Suíços, belgas, italianos, alemães. República. Café-com-leite, Hermes, Nilo, Pena e Venceslau. Canudos, Conselheiro, revolta, Antônio, misticismo, monarquia, sertão, genocídio e covardia. Operário, indústria, crise, revoltas, tenentes, dezoito, constituição, de novo. Estado, novo? Autoritarismo, Getúlio, Guerra, Segunda. Redemocratização, atentados, mortes, ricos, poucos, pobres, muitos. Jk, Brasília, vários, outros. Ameaça, comunismo - comunismo? - Estados Unidos da América, Brother Sam, Jango, golpe, tirania e repressão. Opressão, medo, violência, ditadura. Castelo, Geisel, Médici. Mais, crise, multinacionais, abertura, burrice, degradação. Guerrilha, luta, seqüestro, tortura, política, submissão. resistência. Gabeira, Marighela, Lamarca, extradição. AI-5. Protesto, passeata, Herzog, 100 mil, pressão, povo, rua, emoção. Lágrimas, marchas e contramarchas. Manifestos, anistia, abertura, lenta, gradual. Diretas, já, povo, cidadãos. Tancredo, civil, conciliação, transição. Tumor, benigno, cirurgias, seis, fé, rezas, medo, morte. Frustração. Choro, Sarney, Constituição, cruzado, verão, fiscais, recorde, inflação. Eleições, Fernando, Lula, Brizola. Campanha, segundo, turno, Globo, Collor, Lula. Baixarias, ofensas, comunismo, medo. Lula, ignorante, operário, feio, burro. Collor, vitória. caçador, marajás. marajá, caçado. Globalização, abertura, de novo, tudo, crise, poupança, confisco. Povo, de novo, rua, manifesto, passeata, impeachment. Itamar, moeda, real, ministro, futuro, candidato. Eleições, sociólogo-ex-ministro, versus, torneiro-mecânico. Plim-plim. De novo. Fernando, de novo, tudo, de novo, crise, pobreza e humilhação. Imperialismo, colônia, my brother, desnacionalização, economia, pobreza, real, irreal, medo, aniversário, 500, anos. Brasil, país, futuro, incerto.

Textos sem adjetivos

Seguem dois exemplos de narrativas construídas sem adjetivos e sem verbos, usando apenas substantivos:


Vidinha Redonda

Kátia da Costa Aguiar

Esperma, óvulo, embrião, parto. Bebê, choro, sobressalto, cocô, xixi, fralda, leite, colo, sono. Doença, vômito, pavor, pediatra, remédio, preço. Murmúrio, passos, fala. Escola, lancheira, material, professora. Curiosidade, descoberta. Crescimento, desenvolvimento, pêlos pubianos, seios, curvas, menstruação, modess, cólica, atroveran, adolescência. Primeiro beijo, paixão, shopping center. Batom, esmalte, rinsagem, depilação. namorado, pressão, intimidade, culpa. Festa, pai, ciúme, relógio, motel, desculpa, dissimulação. Faculdade, trabalho, consciência, cansaço, sossego, idade. Noivado, loja, fogão, geladeira, cama, mesa, banho, aliança, chá-de-panela. Cartório, igreja, núpcias. Sexo, trabalho, sexo, trabalho, sexo, esperma, óvulo, licença, parto.

O curso também pretende...

Proporcionar ao aluno o estudo, a reflexão e o uso prático das várias técnicasutilizadas na produção jornalística, desde a elaboração da pauta até a redação do texto final.
Estimular a produção institucional e alternativa e o contato com astecnologias disponíveis na universidade e no mercado profissional.
Entre os vários assuntos analisados estão:
a) a função e a importância da pauta;
b) a seleção e alocalização das fontes;
c) a coleta de informações e a pesquisa de apoio;
d) a entrevista simples, exclusiva e coletiva;
e) o uso dos sentidos e da capacidade deobservação;
f) critérios de seleção e hierarquização das informações;
g) aimportância da abertura e do “lead” no material jornalístico.
h) a organização e aestrutura do texto;
i) a apresentação final do material jornalístico;
j) o planejamento e a execução de coberturas jornalísticas.

Tudo isso tendo como principal eixo o jornalismo no ar.

O que diz a ementa do curso

Produção de textos para meios radiofônicos, eletrônicos e digitais.
Normas e critérios editoriais para os textos.
Redação jornalística para rádio.

Objetivo
Praticar a redação de matérias jornalísticas para rádio e outros meios sonoros, aperfeiçoando o uso do lide, a hierarquização das informações e a estruturação do texto.
Produzir reportagens mensais de 5 minutos para veiculação na Rádio CBN.

Redação Jornalística II já começou

Caro aluno, se você está inscrito na disciplina Redação Jornalística II - turma ECF, saiba que as aulas já começaram na quarta, dia 15 de agosto. Acompanhe a ementa e a bibliografia indicada
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